Panorama das redes sociais no Brasil…

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Categoria: (Cultura, Curiosidades, Orkut, Tecnologia, Twitter, Vídeos) Por: Barban em 12-02-2010

Estava eu, andando por ai, quando me deparei com esse vídeo interessante de um estudo realizado pela AgênciaClick sobre a dimensão das redes sociais no Brasil. Achei muito interessante. vejam:

(Encontrei o vídeo no: Boombust)

Barban

A nova cara da coroa…

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Categoria: (Atualidade, Mundo) Por: Barban em 03-02-2010

(Creditos da imagem: Ideia Fix)

Depois de 15 anos de Plano Real, foi anunciado pelo banco central que a ”cara” da moeda brasileira mudará.

Brasília – O Conselho Monetário Nacional aprovou hoje, em reunião extraordinária, o lançamento da segunda família de cédulas do Real. A nova séria de notas entrará em circulação gradualmente até 2012, mas as notas em circulação continuação a valer até a substituição integral. Lançada em julho de 1994, a série de cédulas atual permaneceu praticamente inalterada por 15 anos.

Banco Central do Brasil

O novo desing gráfico do Real, alem de buscar melhorar a segurança no que se refere a falsificações, pretende beneficiar deficientes visuais, que têm dificuldade em reconhecer o valor das cédulas que movimentam. Primeiramente serão lançadas as notas novas nos valores de 100 e 50 reais, e, posteriormente, no primeiro semestre de 2011, as notas de 20 e 10 reais. O projeto gráfico da nova moeda está sendo estudado desde 2003, contudo só entrará em produção agora pois o maquinário necessário para as impressões de segurança já esta devidamente montado e em fase de testes. Estima-se que a nova moeda dure 30% mais tempo do que as cédulas antigas.

Com a aquisição desses novos equipamentos a casa da moeda brasileira se equipara as mais modernas de todo o mundo no quesito impressões de segurança.

Abaixo você confere uma prévia de como deve ficar a nova moeda brasileira:

(Créditos da imagem: Folha Online)

A impressão das cédulas, que antes custava ao governo R$ 170, passará a custar R$ 200, diferença essa que custará aos cofres públicos 1.15 bilhões relativos ao aumento dos gastos com a impressão das cédulas.

E você? O que acha dessa mudança?

Barban

Este post não merece um título!

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Categoria: (Atualidade, Mundo, Política) Por: Barban em 18-01-2010

Este post não merece um título, ele explica por sí só o tamanho da decepção que eu tive, mais uma vez, com aqueles que representam o povo. Vejam isso:
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[Espaço Aberto] – Brasil: Futuro ou utopia?, por Eduardo Gugelmin

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Categoria: (Espaço Aberto, Uncategorized) Por: Barban em 11-01-2010

Hoje no Espaço Aberto um texto de um grande amigo, Eduardo Gugelmin:

Violência, drogas,… loucura do homem; fonte da luta humana.

Primeiramente agradeço ao Gabriel Barban por ter me convidado a escrever nesse blog, na realidade esse é o meu primeiro contato com o site, e, como de costume, tratei de conhecê-lo, lendo rapidamente os textos já publicados. Muitos temas já foram abordados no blog, e, diga-se de passagem, todos foram muito bem articulados!

O tópico que venho discutir está indiretamente ou diretamente relacionada àqueles ja escritos, e, talvez, a Loucura do homem, e a típica fôrma moldadora da sociedade sejam sua causa e consequência, não importando a ordem; mas sei que o egocentrismo do próprio altruísmo(sim, há egocentrismo no altruísmo, quando suas ações são centradas no “eu”) demonstra quão o homem está longe de se desenvolver para a criação de uma sociedade mais justa e igualitária, pois as ações do indivíduo não devem ser tomados simplesmente para a satisfação pessoal, ou ainda, o cumprimento de um dever social. Desculpem-me a repetição de palavras utilizadas por outros que já escreverem no blog, mas julgo-as essenciais para a fluidez do texto.
À medida que criamos cidadãos distantes de uma ética social (creem, vivemos numa sociedade), ocorre o alastramento da violência e consequente crescimento de sua banalização e da utilização indiscriminada de drogas, temas que venho aqui discutir.

A crescente onda de caos e violência são, ultimamente, retratadas mais como o cotidiano das grandes cidades do que um problema público, alimentado pela negligência governamental. E o tráfico de drogas resume-se como uma escolha de fonte rentável para financiar a violência, ou seja, a desarticulação do tráfico não irá resultar no fim do crime organizado, contudo causará uma grande desarticulação, enfraquecimento e menor poder de recrutamento.
O crime organizado é um amplo mundo envolvido por uma hierarquia poderosa, responsável por gerenciar atividades como jogos ilícitos, contrabando, extorsão, sequestro e tráfico de armas. Contudo com a legalização e regulamentação do tráfico, a capacidade do crime de absorver jovens traficantes, seduzidos pela vida dinâmica (ponha dinâmica nisso) abastecida pelas drogas e pelo lucro gerado do tráfico, diminuiria.
Logo, criando-se uma interrupção da reprodução do crime sobre favelas e por todas as cidades da nação, mesmo que por um intervalo de tempo pequeno, até que as facções escolham outras fontes primárias para financiar o esquema da violência e corrupção, o Estado poderá intervir em áreas decadentes, frutos da macrocefalia urbana, marcada pela ausência do Estado e,  portanto, aunsentes de programas de saúde, educação, segurança e infra-estrutura.

A recente invasão dos morros do Rio de janeiro para a instalação de Unidades de Polícia Pacificadora pela polícia carioca, iniciou-se com a ocupaçao na Ladeira dos Tabajaras, entretanto isso resultou em uma mudança dos criminosos para o Complexo do Alemão, demonstrando que deve haver uma ação conjunta de toda a polícia para uma intervenção total nos morros, impedindo que haja tempo para a reorganizaçao dos traficantes.
Criando-se um programa que envolva a legalização das drogas pela justica criminal, a remodelação das periferias por Prefeituras Municipais, Governos Estaduais e órgãos do planejamento público, criação e melhoria de postos de atendimentos de saúde, ampliação de escolas e investimentos em áreas esportivas pelo sistema de educação e ações conjuntas da polícia ou até  mesmo de forças militares para desarticularem a pirâmide da hierarquia criminal, o Brasil mostrará se possui verdadeiras condições de estar no BRIC por mérito, ou se realmente a letra B, de Brasil, foi utilizada, como dizem, simplesmente para ajustar a pronúncia desagradável de RIC.

Todavia, sabe-se da dificuldade de se articular imensos poderes públicos com uma única finalidade, e muitos apontam para que a legalização das drogas, além de ser impensável, causaria sérios problemas de saúde pública. Entretanto vale-se lembrar de que o proibicionismo cresceu o consumo, a corrupção e o tráfico, ou seja, legalizando as drogas, no mínimo, o Estado poderá tratar os viciados não mais como traficantes, o que amplia sua possível entrada na carreira criminal.

Muitos devem entender as suposições citadas como utópicas, mas se houver uma articulação social para a solução do  problema, mesmo que mínina, a realidade de muitos habitantes poderá melhorar, e, talvez, a loucura humana sirva realmente para alguma coisa, acreditar no utópico.

“A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar”.
Eduardo Galeano

Eduardo Gugelmin

Ótimo texto Eduardo, muito obrigado pela sua contribuição com o blog.

Já que não saio muito do ADM do blog, comentarei aqui. Alguém me responde pq esse cara não para de joga boliche e se candidata para um cargo público, presidente de preferencia xD. O texto tá excelente, parabens Du

*O conteudo expresso nesta coluna, bem como os dados ou fatos mencionados na mesma são de total responsabilidade de seu(s) autor(es)

Barban & Nicko