[Para ouvir, ler e conhecer] The Asteroids Galaxy Tour

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Categoria: (Cultura, Curiosidades, Música) Por: Mr.Music em 13-02-2010

Cansado dessas baboseiras ultrapassadas que já existem por aí? Se não, grande coisa, vá ler um livro, se sim prepare sua bota de astronauta pois vamos dar um tour pelas galáxias mais coloridas de todas.

The Asteroids Galaxy Tour é banda dinamarquesa que começou em 2008, ganhou destaque quando participou de uma propaganda da Apple. Misturando pop, indie e rock psicodélico chegaram a um som que merece ser apreciado. Outro ponto que merece ser lembrado é que The Asteroids Galaxy Tour não é bandinha de estúdio dragonforce e o que eles fazem num quartinho conseguem fazer igual ou melhor ao vivo.

O álbum em questão é Fruit de 2009.

1. Lady Jesus:
*01-lady jesus.mp3
Abre o álbum de maneira espetacular, não é o hit da banda, mas é interessante,possui uma linha que vai crescendo e aumentando os efeitos até estourar com muitos mash-ups, sintetizadores, violões e batidas. A vocalista Mette Lindberg já mostra a peculiaridade de sua voz, algo inspirado nas cantoras de Funk/Soul.

2.The Sun Ain’t Shining No More:
*02- The sun.mp3
Talvez a música mais forte do álbum, descontraída mas ainda ambiciosa Mette Lindberg ataca com sua bela voz. Com uma pegada mais forte The Sun Ain’t Shining No More é mais puxada para o indie rock pelo riff e letra no estilo dos Arctic Monkeys.

3.Push The Envelope:
*03- Push the envelope.mp3
Terceira faixa do álbum, além de ser genial possui uma pegada mais hipnotizante que nos leva a uma viagem de 4:02 com muita psicodelia e sintetizadores, pode ser considerada uma balada para quem já está acostumado(a) com a banda.

4.Satellite:
*04-satellite.mp3
Como todas as demais músicas possui um refrão viciante, base que sustenta o incrível vocal de Mette e possui uma queda de rítmo interessante aos 2:10 aproximadamente, essa que nos leva direto ao auge da canção.

5.Crazy:
*05- Crazy.mp3
Primeira baladinha do álbum, violão, estalos e Mette Lindberg que crescem até surgirem texturas novas e instrumentos de sopro que conduzem a música muito bem para o auge do álbum (para mim… é, alguém disse que jornalista não dá opinião, sabe uma coisa? NEM LIGO).

6.The Golden Age:
*06-the golden age.mp3
Minha música favorita do álbum, divertida por remeter aos anos dourados, infância e essas coisas que todo mundo gosta, o álbum possui pela primeira vez um piano com timbre notável acompanhando o rítmo colorido da canção. O refrão é talvez o mais viciante, não só pela letra e sim pelo sotaque de Mette.

7.Around The Bend:
*07-around the bend.mp3
Música que levou The Asteroids Galaxy Tour ao estrelato, canção que foi propaganda da apple e veiculava grátis no iTunes. Outra canção de força no álbum, talvez junto com The Sun Ain’t Shining No More seja a causa do sucesso da banda e não é para menos, música mais original de todo o álbum.

8.Sunshine Coolin:
*08-sunshine coolin.mp3'
Confesso que demora um pouco a se acostumar com essa música, ela demora um pouco no começo, mas quando chega no refrão ela estoura como outra faixa genial de Fruit.

9.Hero:
*09-hero.mp3
Segunda baladinha do álbum, essa permanece por baixo o tempo todo, mas não deixa de ser interessante pelo vocal de Mette que parece uma criança cantando sobre seu herói.

10.Bad Fever:
*10- bad fever.mp3
Canção mais agressiva do álbum com vocais mais rasgados e saturados, num ritmo mais puxado para um reggae psicodélico tocado em Marte a música encerra o álbum com som de missão cumprida e nos deixa com vontade de ouvir mais coisas dessa banda que parece tão esquisita no começo mais que se torna viciante com o tempo.

Álbum cativante do início ao fim, genial, grandioso, divertido, para substituir esses lixos pop que existem por aí. 4.3/5.0

Myspace: http://www.myspace.com/theasteroidsgalaxytour
Youtube: http://www.youtube.com/user/asteroidsgalaxytour (morra de rir com a banda)

Gostou? Compre os álbums, quem sabe eles não fazem um show no Brasil :P

[Faces Musicais - Recomenda] The All American Rejects

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Categoria: (Música) Por: Milk em 03-02-2010

The All American Rejects

O início de sua carreira foi no final da década de 90 (1998), quando tocaram pela primeira vez em uma escola de Stillwater, Oklahoma.
Lançaram seu primeiro álbum, um CD independente, em 2000 e com isso conquistaram um grande número de fãs locais. No decorrer de sua carreira a banda já abriu shows para bandas The Flaming Lips e Caroline’s e algumas de suas músicas foram usadas pela MTV em seu programa Undressed.
Em 2001 lançaram o EP(Extended Play) – Same Girl, New Songs e começaram a fazer Turnês pelo Oeste Americano. No Final da turnê, a banda assinou com a gravadora Doghouse e em 15 de outubro de 2002  lançaram seu primeiro álbum com apoio de uma gravadora já consagrada, o “The All American Rejects” (o álbum levou o nome da banda), neste álbum estava a música Swing Swing, single pelo qual são mais conhecidos.
Em 2005 eles retomam aos estúdios e lançam “Move Along” , que tinha as novas faixas, os singles Dirty Little Secrets, a faixa título Move Along, que só foi lançada no começo de 2006, em 2008 lançaram “When the World Comes Down” e com ele o single Gives You Hell.

Perfil geral:
Nascidos em Stillwater, Oklahoma, a banda, formada em 1998, tem um estilo Power pop (um pop rock mais ousado e com mais atitude).

Integrantes:
Tyson Ritter (Vocal/Baixo)
Nick Wheeler (Guitarra/Teclado/Back Vocal)
Mike Kennerty (Guitarra)
Chris Gaylor (Bateria)

Consagrações:
O grupo ja conquistou ótimas posições no Top da Billboard. Cada lançamento de álbuns com inéditas teve uma colocação excelente no Top. Em 2006 conquistou o VMA de Melhor Grupo.

Site Oficial: http://www.allamericanrejects.com/

É isso ai galera, espero que tenham gostado de recomendação de hoje. O Faces Musicais em todo começo de mês dedicara um post para algumas bandas que agradam os amantes da boa música.
Um abraço gostoso a todos xD (hahaha).

Milk

[Faces Musicais] – As diferenças entre os POPulares ( Brasil x EUA )

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Categoria: (Música) Por: Milk em 27-01-2010

Estava pensando em algo bastante legal de debate hoje com vocês, ai eu pensei em fala de algo que já discuiti muito com meu irmão (nicko), a cultura POP. Eu não consigo ver isso como cultura quando se trata dos EUA, por transmitir uma imagem totalmente vendida e artificial, que seus condutores (os artistas) precisam apelar para microroupas, ou apelar para um linguagem totalmente apelativa, xingando a mãe de um rival no mundo artístico ou dizer que está louco para fazer amor com determinada pessoa (hahaha), tirando aqueles que ainda se oferecem em suas músicas. Mas esses produtos são os que mais “vendem” pelo mundo todo. Mas não podemos generalizar tudo isso, pois eles tem artistas, que fogem dessas características, Hannah Montana e Jonas Brothers (produtos importados da Disney), que ja preferem, escrever para amor da vida deles, aquela paixão do colégio que juraram amor eterno. Bem o Brasil vem com um conteúdo mais padronisado, com letras que descrevem, o lindo horizente que à em sua frente, o longo tempo que ficaram relativamente comparando alguns artistas e músicas brasileiras com as americanas, algumas nos levam no mesmo lugar, no mesmo lugar de intendimento. Não odeio o POP, é até um gênero que me agrada bem, mas o motivo real rença, em que são passados para nós. Pois a Britney Spears faz o seu sucesso com suas letras abusadas e performaces com
pouca roupa, nunca veremos ela com jaquetas e calça jeans junto com um chapéuzinho cantando o “O Planeta dos Macacos” e nem o Jota Quest cantando “Give More” e sem roupa (Realmente espero que isso nunca aconteça).
CONCLUSÃO:
Mesmo mercado, mas são as mesmas intenções? Poderia então o POP se tornar um novo rock pro dia para noite?

Mais uma vez, fique mais uma coisa para ser discutida entre nós. Postem suas opniões em relação a isso.

Só não postarei nenhuma dica de banda POP, por que realmente é um gênero que eu não saberia  onde acertar.

Milk

Um Beatbox diferente…

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Categoria: (Comédia, Internet, Música) Por: Barban em 25-01-2010

Se você achava difícil fazer beatboxe ficava admirado com a música e os sons que algumas pessoas conseguiam produzir usando somente suas bocas Read the rest of this entry »

[ Faces Músicais ] – Rock’n Errou ?

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Categoria: (Música) Por: Milk em 19-01-2010

Olá caro leitor, este é um novo quadro do blog. Este quadro, é diretamente para crítica musical, ou melhor dizendo, um quadro que ajude forma novos pontos de vistas, diante a música.
Eu sou o Leonardo ( Milk ), novo escritor deste blog, estarei com vocês, especialmente neste quadro, espero que agrade a todos. Começarei o meu quadro falando, o que muitos falam que é erro do rock mas não é bem assim que acontece.
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Clipes um tanto quanto… diferentes.

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Categoria: (Cinema, Música) Por: Barban em 15-01-2010

Andando por ai esbarrei em um clipe de uma música que eu nem fazia idéia que existia, mais o que me chamou atenção nem foi a música em si e sim a idéia do cara que fez o clipe. É simples e bem criativo, por isso gostei tanto. Confiram abaixo:

Outro video que chamou minha atenção também foi este abaixo, onde alguem simplesmente criou uma música, bem legal diga-se de passagem, com os sons do filme ”Up, Altas Aventuras” da Disney Pixar Studios. Vale a pena ver como ficou:

Barban

Um novo jeito de escutar música online…

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Categoria: (Internet, Música) Por: Barban em 09-01-2010

Através da indicação de alguns amigos acabei acessando um site fantástico para os fans de música em geral. O site se chama Grooveshark, e reune músicas dos mais variados estilos, inclusive músicas de alguns compositores brasileiros, o que é um avanço, visto que, serviços como esse geralmente não são direcionados à nossa música.

A idéia do site é muito interessante, pois ele alem de disponibilizar gratuitamente as musicas para execução, possibilitando que o usuário crie uma playlist online de suas musicas preferidas, conta com uma uma gama enorme de musicas com qualidade muito superior ao audio que é disponibilizado em outros serviços de música na web.

Realmente vale a pena conhecer o site. Voce pode fazer isso clicando na imagem acima ou acessando o site clicando aqui.

Barban

Letra e música

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Categoria: (Música) Por: Nicko em 07-01-2010

É uma das melhores músicas do Rush, na minha opinião. Não só a música como a letra também é muito boa. Segue a letra original:

Subdivisions

Rush

Sprawling on the fringes of the city
In geometric order
An insulated border
In between the bright lights
And the far unlit unknown

Growing up it all seems so one-sided
Opinions all provided
The future pre-decided
Detached and subdivided
In the mass production zone

Nowhere is the dreamer
Or the misfit so alone

Subdivisions -
In the high school halls
In the shopping malls
Conform or be cast out
Subdivisions -
In the basement bars
In the backs of cars
Be cool or be cast out
Any escape might help to smooth
The unattractive truth
But the suburbs have no charms to soothe
The restless dreams of youth

Drawn like moths we drift into the city
The timeless old attraction
Cruising for the action
Lit up like a firefly
Just to feel the living night

Some will sell their dreams for small desires
Or lose the race to rats
Get caught in ticking traps
And start to dream of somewhere
To relax their restless flight

Somewhere out of a memory
Of lighted streets on quiet nights…

Para quem quiser ouvir, segue a música:

Espero que gostem :)

Momento musical do dia: James Hetfield toca bateria.

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Categoria: (Música) Por: Nicko em 25-12-2009

Quem diria? Você que é fã já deve saber, mas pra quem não sabe, James Hetfield é vocalista e guitarrista do Metallica (que já tem shows marcados no Brasil). Muita gente pensa que em uma banda, cada um sabe toca somente o instrumento que toca, mas nem sempre é assim, é normal que os integrantes toquem outros instrumentos e esse é o caso do James. Assistam o vídeo em que ele e o baterista (o legítimo) da banda fazem um “duelo”.

100 riffs mais memoráveis da história do rock…

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Categoria: (Música, Uncategorized) Por: Barban em 21-12-2009

Nas minhas andanças por ai encontrei um video bem legal com os 100 riffs mais marcantes de toda a história do rock.

Quem conseguir adivinhar todos ganha um doce…. xD

Barban

Filho do Heavymetal

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Categoria: (Bizarro, Estranho, Música, Uncategorized) Por: Barban em 15-12-2009

Muleque do demônio! rsrs

Barban

Bandas… Por que elas quase nunca permanecem na formação original?

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Categoria: (Música) Por: Nicko em 03-12-2009

Imaginem se o Deep Purple continuasse na clássica formação:

  • Ritchie Blackmore – Lead guitar;
  • John Lord – Teclados;
  • Ian Gillan – Vocal e harmonia;
  • Roger Glover – Baixo
  • Ian Paice – Bateria.

Tudo bem que:

  • Ian Gillan continua nos vocais;
  • Roger Glover continua no baixo;
  • Ian Paice continua na banda desde o começo, em 1968 :)

Mas se o Deep Purple contasse com os membros da formação clássica, com certeza a sonoridade da banda seria muito superior da que é hoje.

Imaginem também se o Iron Maiden fosse:

  • Bruce Dickinson – Vocal;
  • Steve Harris – Baixo;
  • Adrian Smith – Guitarra;
  • Dave Murray – Guitarra;
  • Nicko Mcbrain – Bateria

Mas, como em toda banda, há sempre um que discorda com algo, e com razão. O guitarrista Adrian Smith deixou a banda pelo fato da sonoridade da mesma ter mudado muito, no começo da década de 90. Nisso, outro é colocado no lugar de Adrian, seu nome é Janick Gears. Em 1993, Bruce deixa a banda para seguir carreira solo, entra o vocalista que menos fez sucesso na banda, Blaze Bayley. Na época, a formação ficou assim:

  • Blaze Bayley – Vocal;
  • Janick Gears – Guitarra;
  • Dave Murray – Guitarra;
  • Steve Harris – Baixo;
  • Nicko Mcbrain – Bateria.

Em 2000, Bruce e Adrian retornam ao Maiden, que mantém a “configuração” de 3 guitarristas, isso só havia acontecido com o Lynyrd Skynyrd. Enfim, eu citei o Iron Maiden e o Deep Purple por serem duas das bandas que mais sofreram modificações em sua formação durante a carreira, e por que isso acontece? Bem, as respostas são muito simples, mas pode se dizer que os motivos principais são:

  • Discordâncias musicais;
  • Brigas entre integrantes;
  • Namorada intrometida (é o caso do Sepultura);
  • Ditadura (é o caso do Pink Floyd);
  • Carreira solo (até entendo);
  • Aparecimento de desinteresse dos integrantes;
  • e etc.

Evitando esses problemas, duas coisas podem acontecer:

  • A banda pode acabar sem chances de retorno (Emerson, Lake & Palmer; Crosby, Stills & Nash)
  • A banda pode fazer sucesso durante muito tempo (O que é o caso de poucas bandas)

Pensem nisso antes de formar uma banda :)

SHALOM o/

[Clássicos] – Machine Head

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Categoria: (Cultura, Música) Por: Nicko em 18-11-2009

Obra prima da banda inglesa Deep Purple. Lançado em 1972, é considerado por muitos fãs como o melhor disco da banda. Além da inesquecível Smoke on the Water, o disco conta com outros clássicos como Highway Star, Space Truckin’ e Lazy. Foi gravado com o The Rolling Stones Mobile Studio, em um hotel em Montreux, na Suíça, em meio a um inverno rigoroso.

A história de Smoke on the Water.

Certo dia, a banda ouviu dizer que o doidão Frank Zappa iria fazer um show em um cassino da cidade. Tudo estava correndo bem, os integrantes do DP foram assistir a apresntação do Frank Zappa and the Mothers, nada de errado, só que ninguém esperava o que aconteceu durante o show. O vocalista Ian Gillan diz ter visto um maluco com uma arma sinalizadora e atirado no teto, Frank Zappa largou a guitarra e disse:

Por favor, não entrem em pânico, MAS O PRÉDIO ESTÁ PEGANDO FOGO!!!!!

No dia seguinte, não havia sobrado nada do cassino. Tendo esse acontecimento em mente, Gillan começou a escrever uma música para o novo disco. Feito. Ritchie Blackmore ouviu, certa vez, em uma rádio belga, um riff que lhe interessou muito e decidiu usá-lo em alguma composição e resultou em um dos grande hinos do rock (para mais informações, recomendo: Classic Albuns – Machine Head).

Desde o disco Fireball que a banda já sofria com alguns atritos entre os integrantes, Gillan e Blackmore não se entendiam muito bem e isso resultou no fim do Mark II – Deep Purple que era formado por:

  • Ian Gillan – Vocais e harmonica;
  • Roger Glover – Baixo;
  • Ian Paice – Bateria;
  • Ritchie Blackmore – Guitarra;
  • John Lord – Órgão e piano elétrico.

para dar início ao Mark III – Deep Purple, formado por:

  • David Coverdale – Vocais;
  • Glenn Hughes – Baixo e vocais;
  • Ian Paice – Bateria;
  • Ritchie Blackmore – Guitarra;
  • John Lord – Órgão e piano elétrico.

Mas isso é outra história. Indico esse disco para aqueles que procuram por um novo tipo de som e também por um complemento em suas playlists.

[Clássicos] – Iron Man

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Categoria: (Música) Por: Nicko em 11-11-2009

Quem nunca ouviu essa música, certamente precisa rever seus conceitos. Ela está entre as mais conhecidas da história e também entre as mais jogadas no jogo Guitar Hero. Estou falando de um dos grandes clássicos do Black Sabbath, Iron Man do disco Paranoid de 1971. Apesar do nome, a música não tem nenhuma relação com os quadrinhos da Marvel, ela conta a história de um homen que vê um futuro repleto de destruição. Ele tentou alertar a humanidade sobre sua visão, mas ninguém acreditou e ele foi considerado um louco. Com isso, ele se isolou do resto do mundo, e esse isolamento o tornou revoltado e a partir daí, ele começa a destruir tudo a sua volta. No final, ele acaba se tornando o mostro de sua própria visão. Foi escrita pelo maluco Ozzy Osbourne e o guitarrista Tony Iommi e é uma das favoritas dos fãs.

OBS: este post inicia uma nova série de posts, toda semana (quarta-feira) tem. Cada será uma pequena análise da música. Não esperem uma explicação mto extensa ;D

História | Iron Maiden – Pt.3 | “The Albatross follows on…”

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Categoria: (Cultura, Histórias, Música) Por: Nicko em 06-11-2009

Parte 1 | Parte 2

(…)

1984, esse seria um ano que o Iron Maiden nunca irá esquecer. A gravação, o lançamento e a turnê do quinto, e um dos maiores discos da banda, Powerslave.

Capa do disco.
Capa do disco.

O disco foi gravado nas Bahamas, durante o final de 1983 e grande parte de 1984 e foi mixado nos EUA para depois ser lançado. O disco é uma obra-prima da banda, mostra entrosamento perfeito entre os integrantes, teve um excelente trabalho de gravação e mixagem e fez um sucesso enorme (mais de 200.000 cópias na Europa e mais de 1.000.000 de cópias na América). “Aces High” abre a tracklist, fala sobre as guerras aéreas durante a Segunda Guerra Mundial. Nos shows da turnê do disco, assim como no vídeo clip da música, um discurso do ex-primeiro ministro da Inglaterra e falecido Sir Winston Churchill.

We shall go on to the end, we shall fight in France, we shall fight on the seas and oceans, we shall fight with growing confidence and growing strength in the air, we shall defend our Island, whatever the cost may be, we shall fight on the beaches, we shall fight on the landing grounds, we shall fight in the fields and in the streets, we shall fight in the hills; we shall never surrender…

Winston Churchill – to the House of Commons of the British Parliament on the 4 June 1940

Logo em seguida, tem a clássica “2 Minutes to Midnight” que falava sobre a ameaça de uma guerra nuclear na época. A única música do disco que se aproxima mais do tema egípcio é a clássica Powerslave escrita pelo vocalista Bruce Dickinson e fala de ser escrevo do poder. Fechando o disco, tem a épica The Rime of the Ancient Mariner que conta a história de um marinheiro que é amaldiçoado por uma seria da morte, a música foi baseada no poema do escritor romântico inglês do século XVIII, Samuel Taylor Coleridge.

Bom, você deve estar pensando que o post acaba por aqui, é ai que você se engana, depois do albúm ser lançado, a banda embarcou na maior turnê musical que o mundo já viu. A World Slavery Tour foi a maior turnê da banda, passando pelos países:

  • Poland
  • Austria
  • Hungary
  • Yugoslavia
  • Italy
  • France
  • Spain
  • Portugal
  • Scotland
  • Wales
  • England
  • Germany
  • Netherlands
  • Belgium
  • Denmark
  • Sweden
  • Finland
  • Canada
  • Japan
  • United States
  • Australia
  • Brazil (special guests at 1985 Rock in Rio)
  • China

O set-list foi:

  1. Churchill’s Speech
  2. Aces High
  3. 2 Minutes to Midnight
  4. The Trooper
  5. Revelations
  6. Flight of Icarus
  7. Rime of the Ancient Mariner
  8. Powerslave
  9. The Number of the Beast
  10. Hallowed Be Thy Name
  11. Iron Maiden
  12. Run to the Hills
  13. Running Free
  14. Sanctuary

Em algumas cidades, eles tocaram algumas músicas extras como 22 Acacia Avenue (The Number of the Beast), Wrathchild (Killers), Murders in the Rue Morgue(Killers), Phantom of the Opera (Iron Maiden), or Die With Your Boots On (Piece of Mind), Los’fer Words (Powerslave). Foi durante essa turnê que o Iron Maiden fez seu maior show até hoje, foi no Rock in Rio I, em 1985. Foi a primeira vez em que a banda pisou em solo brasileiro, desde então ela sempre volta quando há a oportunidade. Uma história engraçada desse turnê foi quando o baterista Nicko McBrain, durante a execução da “parte lenta” da música The Rime of the Ancient Mariner ele saiu da bateria e pulou em uma piscina que havia atrás do ginásio em que eles estavam se apresentando, já que no dia do show fazia mto calor. O baxista Steve Harris chegou a afirmar que as solas dos seus sapatos chegaram a derreter e as cordas do seu baixo estavam queimando suas mãos :P .

Nos anos de 2008 e 2009, a banda reviveu a turnê em uma nova, com músicas dos seus melhores albúns:

  • Iron Maiden (1980)
  • Killers (1981)
  • The Number of the Beast (1982)
  • Piece of Mind (1983)
  • Powerslave (1984)
  • Somewhere in Time (1986)
  • Seventh Son of a Seventh Son (1987)
  • Fear of the Dark (1992)

Eu vou tratar desse assunto em um próximo post, até a próxima :P

Continua…